↑ “What Is An Expo?

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a Apresentação Universal é o nome genérico de várias exposições de extenso envergadura realizadas por todo o mundo desde a segunda metade do século XIX. A organização que se ocupa de forma oficial a nomeação das cidades organizadoras deste tipo de eventos é o Escritório Internacional de Exposições (BIE).

O conceito de apresentação universal contribuiu fortemente para a intercomunicação social os pressupostos conquistas imperialistas, ao ser incorporada como curiosidades elementos etnográficos próprios das culturas dominadas por quota das grandes potências imperiais. Dessa maneira, essas mega-feiras eram os grandes avanços da invenção tecnológica, ao lado das últimas expressões aceitas na Academia de arte.

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As Exposições Universais se originaram pela tradição francesa de exposições nacionais, uma tradição que culminou com a exposição industrial francesa de 1844, realizada em Paris. Esta feira foi logo seguida por outras exposições nacionais pela Europa continental e, finalmente, o Reino Unido. A primeira Exposição Universal praticada no Palácio de Cristal no Hyde Park, em Londres, inglaterra, em 1851, perante o título “Vasto Apresentação dos Trabalhos da Indústria de Todas as Nações”. A Vasto Exposição surgiu a raiz de que o príncipe Alberto, marido da rainha Vitória, visitou a exposição industrial de Paris, e de que Henry Cole, lhe fez visualizar a seriedade de fazer uma pra Londres.

Se decidiu doar-lhe um carácter internacional e, geralmente, é considerado como a primeira apresentação internacional de produtos manufaturados. Influenciou o desenvolvimento de vários aspectos da nação, incluindo a educação artística e de design, o comércio e as relações internacionais, e o turismo. Esta exposição foi o precedente mais óbvio para exposições internacionais posteriores.

Desde a sua construção, em 1851, o caráter das exposições internacionais evoluiu. Três épocas, se conseguem diferençar-se: A era da industrialização, a era de intercâmbio cultural, e a era das marcas-nação. Nesta era (que vai de 1851 a 1933), as exposições mundiais estavam centradas principalmente no comércio e na exposição de avanços tecnológicos. Estas exposições foram a plataforma de onde se reuniu com o estado da arte da ciência e da tecnologia.

Invenções como o telefone foram divulgados nesta etapa. Uma parcela primordial da imagem das exposições mundiais vem dessa época. Nesta era (que vai de 1933 a 1988), as exposições mundiais estiveram focadas em focos específicos de credibilidade cultural, prever um futuro melhor pra humanidade.

Os avanços científicos e tecnológicos seguiram sendo significativas, mas não como os eixos das exposições. As exposições mundiais nessa fase impulsionaram a intercomunicação intercultural pro intercâmbio de inovação. Nessa era (que abrange de 1988 em diante), os países membros utilizam as exposições mundiais como uma plataforma para aperfeiçoar suas imagens nacionais, a partir de seus pavilhões. Em um universo onde uma potente imagem nacional é um ativo-chave, os pavilhões tornaram-se instrumentos de publicidade pra promover tuas marcas-nação.

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