Por Que Estudar Como Se Comporta A IA Nos Ajudar A Compreendê-la

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foi escrito muito sobre a meio ambiente da “caixa preta” dos sistemas de inteligência artificial (IA) e a respeito do incômodo que nos é não poder apreender por que tomar outras decisões. E como os algoritmos começaram a mediarlo todo, a começar por nossas interações sociais e culturais até as econômicas e políticas, os informáticos têm tentado responder às crescentes demandas de explicar tudo isso a criar métodos técnicos para compreender seus comportamentos. Contudo, um grupo de pesquisadores de universidades e da indústria argumentam nesta hora que não há falta de penetrar nestas caixas-pretas pra compreender e, desse modo, controlar o seu efeito em nossas vidas. Ao final e ao cabo, estas não são as primeiras caixas-pretas indecifráveis que foram encontrados.

MIT Media Lab (EUA) e co-autor de um novo postagem publicado na semana passada pela revista Nature, Nick Obradovich. Os autores deste postagem, um grupo diverso de pesquisadores do setor e as universidades, propõe a constituição de uma nova obediência de estudo chamado “modo de máquinas”. Tratar-se-ia de estudar os sistemas de IA da mesma maneira que sempre estudamos os animais e os humanos, pela observação empírica e da experimentação.

desse jeito, um especialista em comportamento de máquinas é para um micro computador o que um cientista social é pra um neurologista. O primeiro pesquisa compreender como se comporta um agente, seja artificial ou biológico, em seu habitat, quando coexiste em grupos e quando interage com outros agentes inteligentes.

O outro busca examinar os mecanismos de tomada de decisões por trás desses comportamentos. MIT Media Lab, e principal autor deste artigo, Iyad Rahwan, em um site que acompanha a publicação. Portanto, precisam ser estudados “como uma nova classe de atores com seus próprios padrões de posicionamento e ecologia”. Isto não sugere que os sistemas de inteligência artificial tenham montado qualquer tipo de livre-arbítrio.

é claro que não o fizeram, continuam sendo só modelos matemáticos glorificados (ver, Se quer saber o que é a aprendizagem automática, acesse esse gráfico). Mas sim que recomenda deixar de olhar os sistemas de inteligência artificial como ferramentas passivas que podem ser analisadas apenas a partir de tua arquitetura técnica, desempenho e capacidades.

Todavia, precisam ser consideradas como atores ativos que mudam seus ambientes e provocam eles e com as pessoas e para as máquinas ao seu redor. Um especialista em jeito das máquinas poderia preparar-se, por exemplo, o choque dos assistentes de voz no desenvolvimento da personalidade de meninas. Ou poderiam averiguar como os algoritmos de namoro online mudaram a forma em que as pessoas se localizam e se apaixonam. Ao término, estudiarían as propriedades emergentes que surgem no momento em que muitos seres humanos e máquinas que coexistem e cooperam entre si.

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Obradovich. “Devemos reconhecê-lo e começar a tratá-lo exatamente como é”. É respeitável ter em conta que a maioria destas idéias não são recentes. Os especialistas em robótica, tendo como exemplo, levam longo tempo estudando a interação entre humanos e pcs. Mas em geral, cada um desses esforços, foi isolado em diferentes disciplinas. Reuni-los perante um único guarda-chuva ajudaria a organizar os seus objectivos, determinar uma linguagem comum e incentivar as colaborações interdisciplinares.

apesar de trabalhar numa disciplina distinta da dos pesquisadores da IA, os especialistas em comportamento das máquinas necessitam trabalhar em estreita colaboração com eles. Os segundos descobrem novas formas em que os sistemas de IA se comportam e afetam as pessoas, portanto que os primeiros são capazes de desfrutar estes aprendizados para jogar os sistemas. Quanto mais possa ser uma obediência aproveitar os conhecimentos da outra, maior serão as garantias que os agentes artificiais beneficiem os humanos, em vez de prejudicá-los. Obradovich. “Descobrir como conviver com as máquinas é um dificuldade enorme excessivo para que uma só disciplina poderá resolvê-lo sozinho”.

A ocorrência é contrário no caso de Coventry Patmore (1823-1896), pois ele seria o acrescento do sentimento religioso e espiritual, o que o levaria a um acréscimo da inteligência poética. Patmore é interessante e desigual, e cantou os prazeres da vida doméstica feliz. Em diversos aspectos, o volume antecipou os princípios e a obra dos prerrafaelistas em outra esfera artística. Amigo de Tennyson e de Ruskin, relacionou-se com o grupo pré-rafaelita e colaborou em The Germ. Em 1853, voltou a anunciar, em Tamerton Church-Tower (A torre de Tamerton), as composições mais bem-sucedidas entre os Poemas de 1844, adicionando muitas poesias algumas, que mostravam uma clara progressão, tanto na geração como no tratamento.

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